
EXEMPLO DE FIDELIDADE, DEDICAÇÃO AO CLUB SPORT MARÍTIMO...
ETERNA VELHA GLÓRIA!
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Carlos Carvalhal percebia que o Marítimo não podia ser o mesmo do primeiro tempo e retirou um pouco inspirado Manú para lançar Djalma (decisivo, como se veria mais à frente). Só que os madeirenses não se soltavam das amarras. Apenas um bom trabalho de Baba com remate torto foi sinal de que o Marítimo estava em Vila do Conde.O Rio Ave era, porém, uma equipa muito mais segura de si. Fábio Coentrão era o excesso de loucura que os vila-condenses permitiam a si próprios, com o substituto Candeias no extremo oposto: quer em campo, quer em níveis exibicionais. Por isso, não foi de estranhar que o último classificado tenha chegado ao golo. Livramento saiu sob aplausos aos 76 minutos, mas antes já apontara o canto que daria a Edson a oportunidade de se estrear a marcar na Liga.
Aquela que era uma exibição serena e à qual o resultado fazia jus, transformava-se em mais uma aflição, nos derradeiros minutos, também porque a bola embateu no poste, após remate de Candeias. E havia motivos para os vila-condenses estarem aflitos. Djalma tirou um coelho da cartola e apontou um golaço, sem que o Marítimo tivesse justificado o empate.Igualdade na partida, ao minuto 90, mas longe de a emoção ter acabado. Marcos ainda teve de salvar o resultado com duas estiradas brilhantes nos descontos.